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Projeto Ex-votos do Brasil, no Congresso UFBA 2021

Apresentação da bolsista IC, Sasha Miranda

PPGMUSEU – UFBA.

(E-Book) Ex-votos do Brasil: Arte e folkcomunicação – 2a edição revisada

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MAST COLLOQUIA 2020

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O CIBERMUSEU

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​DE DENTRO E DE FORA VISÕES DO BRASIL E DAS BRASILIDADES

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A exposição resulta da abordagem de questões de identidade nacional em relação ao Brasil, a partir da perspectiva de artistas autóctones (perspectiva endógena) e da perspectiva de artistas estrangeiros (perspectiva exógena). O Brasil visto de dentro e de fora, nas suas heterogeneidades, coerências e incoerências, e materializado através do discurso artístico é um Brasil multívoco que espraia os limites do seu reconhecimento e que se questiona a cada nova contextualização. 

​Os artistas cujas obras integram esta exposição têm em comum a pertença ao Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (NUPPE) da Universidade Federal de Uberlândia. Todos eles contribuem com as suas perspectivas pessoais acerca desse Brasil imaginado, traduzindo-o em novas imagens que dialogam e negociam entre si, mostrando diferentes ângulos e diferentes modos de ser dentro da narrativa nacional – mostrando diferentes brasilidades.

Ana Rita Ferreira
NUPPE/CFUL​

Produção de Aninha Duarte

Criado em 2007, o Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (NUPPE) é um núcleo de pesquisa do Curso de Artes Visuais / IARTE/UFU – Universidade Federal de Uberlândia. As actividades do núcleo estão centradas no estudo da pintura contemporânea e suas movências, contando com a organização e participação em encontros científicos nacionais e internacionais.

São objetivos específicos do NUPPE investigar a diversidade dos suportes, a materialidade e a imaterialidade do corpo pictórico, a migração da cor, dos pigmentos aos pixels, a cyberpintura e a pintura em interface com outras linguagens.

nuppe.ufu@gmail.com


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I CONGRESSO INTERNACIONAL MUSEUS, HISTÓRIA E COLECIONISMO

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O I Congresso Internacional Museus, História e Colecionismo foi realizado no auditório do Museu da Moeda (Museu Eugênio Teixeira Leal), em Salvador, Bahia, de 25 a 27 de setembro de 2019. Foi organizado e coordenado pelo Museu Eugênio Teixeira Leal, o numismata e mestrando em MuseologiaGoulart Gomes, e a Professora do Departamento de Museologia da UFBA, Genivalda Cândido, Doutoranda em Ciência da Informação pela UFBA. O evento contou com o apoio da Sociedade Numismática Brasileira, da Unión Americana de Numismática e do Clube de Multicolecionismo da Bahia.

O evento abrangeu, também, o encontro de colecionadores para negociações no Shopping Brotas Center, no dia 28/09. Foram realizadas homenagens aos 180 anos de Julius Meili, pai da Numismática Brasileira, ao colecionador baiano Marcelo Pitta, recentemente falecido, e ao numismata Edgar Silva, ex-funcionário da entidade, que falou sobre “Uma Vida no Museu”.

Durante o evento foram apresentadas 13 palestras, 6 comunicações e lançamento de diversos livros e catálogos. Os resultados do evento superaram as nossas expectativas, pelo nível dos palestrantes, das intervenções do público e pela integração de todos os participantes.

Como convidados externos, tivemos as presenças de Paulo Amauri (MG), que nos foi apresentado por Irlei Neves; Oswaldo Rodrigues Júnior e Bruno Pelizzari, representando a Sociedade Numismática Brasileira (SNB-SP) e do chileno Dr. Carlos Torres Gandolfi, presidente da Unión Americana de Numismática (UNAN).


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Os temas abordados perpassaram uma grande variedade de áreas de conhecimento, como: as pseudomoedas, exonúmia, medalhística, história do Brasil e universal, comportamento, museologia, educação, cartofilia, quadrinhos, conservação, condecorações, integração latino-americana, educação financeira, filatelia e mercado numismático. As fotos do evento estão disponíveis na área do congresso, no Facebook (https://www.facebook.com/congresso.imhc.75). “Particularmente fiquei muito feliz e honrado com duas distinções recebidas: o broche de prata da SNB e a medalha de prata da UNAN, da qual foram cunhadas apenas 100 unidades. Desde já, convidamos a todos para o próximo congresso, que será realizado em 2020. Muito obrigado”. João Goulart.

Fotos cedidas pela equipe do Museu Eugênio Teixeira Leal.


TECHNIQUES & CULTURE

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Que fait-on avec un intestin de plâtre, une patte d’âne en bois, un sein en cire, des pièces coincées dans l’écorce d’un arbre, mais aussi un tableau de Raphaël, le vélo d’Eddy Merckx, un bâton d’encens, une voiture en argent, un christ en coquillages, des cadenas d’amour, un ex-voto peint pour l’équipage d’un navire, la poupée d’une ancêtre… que l’on ne pourrait faire avec des mots ? Tous ces objets matérialisent des désirs, comblent une attente, soignent des maux ou célèbrent un petit miracle.
Ce numéro constitue l’aboutissement de recherches menées conjointement par des équipes à Paris, Mexico et New York, au cours des cinq dernières années. Il comporte une large iconographie inédite provenant d’enquêtes de terrain conduites en Europe, en Amérique latine et en Asie.
SommaireP.-O. Dittmar, Y. P. Tastevin, A. Vallard • Éditorial • L’opium du peuple. p. 6-11
P.-O. Dittmar, P. A. Fabre, T. Golsenne, C. Perrée • Un matérialisme affectif. p. 12-41
E. Girard & P.-O. Dittmar, P. A. Fabre, T. Golsenne, C. Perrée • Du sanctuaire au musée. Les ex-voto du Mucem. p. 42-55
Dispositifs
Vasiliki  Zachari • Tableaux votifs et spatialité dans la céramique attique (VIe et Ve s. av. J.-C.). p. 58-79
Nicolas Sarzeaud • La ville, corps malade : Besançon 1544. p. 80-97
Valeria Motta • Les effigies votives grandeur nature en Italie (XVe-XVIIe siècles). p.  98-119
Caroline Perrée • De l’exposition au Bazar. Les pérégrinations de l’ex-voto à San Juan de los Lagos, Mexique. p. 120-125
J. C. A. de Oliveira, Caroline Perrée • Spatialités et objets votifs. Le projet “Núcleo de Pesquisa dos Ex-votos”. p. 126-139
Rituels
Benoît Fliche, Manoël Pénicaud • Hétérographies du désir. Pratiques votives au monastère de Saint-Georges (Büyükada, Istanbul). p. 142-161
Georges Favraud • Entre désirs et structures. L’usage cultuel de l’encens dans le taoïsme et la société chinoise contemporaine. p. 162-167
Agnès Giard • Les mariages des ténèbres. Images votives d’unions post-mortem au Japon. p. 168-173
Ittai Weinryb • Technique, corps et matière. À partir de l’exposition “Agents of faith. Votives objets in time and space”, New York 2018. p. 174-197
Frontières non-limites
Élisabeth Goussard • Produire pour offrir. L’offrande par destination chez les Celtes. p. 200-213
Damien Kunik • Repenser les catégories de l’objet votif au Japon. p. 214-219
Anne Lepoittevin • Pastiches votifs à Rome. Du Pasquin à Ex voto fecit. p. 220-239
Ceri Houlbrook • Des pièces de monnaie au cadenas. Un spectre des dépôts contemporains. p. 240-259
Dove Perspicacius • Fabricante d’ex-voto. Témoignage. p. 260-269


SALA DE MILAGRES E EX-VOTOS SÃO TEMA DE PROJETO DE DOUTORAMENTO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA UFBA

O anteprojeto “Recepção, sentidos e informação diante dos processos de comunicação dos ex-votos das salas de milagres e museus do Senhor do Bomfim (BA), Bom Jesus de Matosinhos (MG) e Convento do Carmo (SE): Tradição, intermodalidade, convergência e transmidiatização”, de autoria de Genivalda Cândido da Silva, foi aprovado neste 2018 no Programa de Pós-Graduação em Ciência a Informação da UFBA, na linha de Pesquisa 1: Políticas e Tecnologias da Informação.

A autora, que entrou no GREC em 2010, vem desenvolvendo pesquisa sobre espaços que trazem ex-votos, sejam eles museológicos, sejam marcados in natura na cultura do povo. O projeto é o primeiro do gênero temático no ICI/UFBA, e um dos poucos no Nordeste do Brasil no nível de doutorado.

Sem dúvida, mais uma conquista do GREC/NPE, que traz a primeira pesquisadora que desevolveu o seu mestrado e agora o doutoramento a partir do NPE.


LANÇAMENTO DE LIVRO NO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL

A mestranda em Ciência da Informação, do PPGCI/UFBA, Tassila Oliveira Ramos, lança o livro Memória, educação e produção do conhecimento no Instituto Federal da Bahia, no Fórum Social Mundial 2018, em Salvador. Tassila é membro do GREC.

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Tassila, à direita da imagem, e Silvana.

REQUALIFICAÇÃO DO MUSEU DO SANTUÁRIO DO BOMFIM

Entrevista da Museóloga Genivalda Cândido ao Jornal Correio da Bahia

O GREC/NPE parabeniza a Mestre e Museóloga Genivalda Cândido pela grandeza do seu trabalho, percepção do espaço e tema envolvidos e coragem em assumir um trabalho que se realizou em duas semanas. Parabeniza também o  mestrando em Museologia, o museólogo Cássio Béribá, assistente de todo o trabalho, colaborador especialista em Arte Sacra Católica, que esteve marcadamente presente nas manhãs, tardes e noites num período que incluiu finais de semana e até carnaval.

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A ARTE E O SAGRADO REPRESENTADOS NAS DALMÁTICAS DO MUSEU DO TRAJE E TÊXTIL DE SALVADOR COMO FERRAMENTAS DE DIALOGO COM O PUBLICO MULTIDISCIPLINAR

Atividade avaliativa do Curso de Museologia da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso III para conclusão de curso, de autoria de Sandra Tanajura Moreira Galeffi, com orientação do Prof. Dr. José Cláudio Oliveira.

O objetivo do trabalho foi estudar os elementos artísticos expressos e as possibilidades de interpretações para novas representações do objeto, a Dalmática –  indumentária cristã –  do século XVIII em exposição no Museu do Traje e Têxtil de Salvador.

DEFESA DO TCC DE SANDRA GALEFFI

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A defesa aconteceu neste dia 23 de fevereiro, às 18h, na capela do Convento do Carmo, em Salvador, e contou com uma oração inicial do Frei Alberto, e em seguida com a apresentação de Sandra, quando mostrou os caminhos da pesquisa, o objeto pesquisado e a exposição como resultante do seu TCC. No momento, muitos presentes apreciaram a bela exposição sobre a dalmática, com contextualizações que envolveram a arte, a moda e o design. A exposição ficará até o dia 4 de março. Esteve presente, também, a banca avaliadora, composta pelas doutoras Heloisa Helena Fernandes Gonçalves da Costa e Rita Maia, e a suplente, a museóloga Sra. Irene Santino, além do orientador do TCC. O NPE parabeniza a Sandra, integrante do GREC, por mais um grande momento e vitória da sua carreira.

Entrada para a exposição:

Oração inicial na capela do Convento

Apresentação do TCC, com considerações da Dra. Heloisa Helena Costa:

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:Leitura da ata e nota final do trabalho:


Exposicíon ex- votos de Parras. Histórias de fé, de um povo mágico.


MULHERES NEGRAS E MUSEUS

Na sua trajetória de lançamento recente do seu livro, a mestre em Museologia Joana Flores, vem se destacando nas suas apresentações e conferências sobre o tema Museus e as Representações das Mulheres Negras.

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HODIE&CRAS

Trabalho apresentado por Ana Duarte na exposição do NUPPE – Pintura: aqui, lá, em todo lugar.
Trabalho intitulado: Hodie&Cras
Referências – Ex-Votos de Cemitério.
Exposição encerrada hoje.

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O EX-VOTO

Espetáculo montado e dirigido pela Professora Roquidélia. Aconteceu no Teatro Castro Alves, Salvador, Brasil, em 13 de agosto de 2017

Perfeição nos movimento, na plasticidade e no envolvimento que expressa fé e religiosidade. 
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Caroline Perrée: ​Un género subversivo, el retablo mexicano contemporáneo

El exvoto mexicano pintado, proviene de una larga tradición que empezó en la Antigüedad griega pero que tomó la forma pictórica que conocemos en Italia en el siglo XV. «El retablo» como también lo llaman en México, es un presente prometido al implorar al santo o a la Virgen en el momento de un peligro, para agradecerle su intervención milagrosa. Esta práctica elitista en Europa y en México hasta el siglo XVIII, se populariza a lo largo del siglo XIX. En México, perdura hasta el siglo XX pero cae poco a poco en desuso. A principio del siglo XXI, el exvoto pintado retoma fuerza a través de una estética transgresiva que algunos retableros de la Ciudad de México van a crear y comercializar. Alfredo Vilchis fue precursor de esta corriente con respecto a las temáticas presentadas. David Mecalco emplea una estética expresionista para representar milagros poco ortodoxos respecto a la religión católica. Y Donovan pinta el exvoto de lo cotidiano pero introduce una estética retomada de nuestra modernidad al emplear el estilo de las historietas, el Pop Art, y los códigos iconográficos de Facebook. 

Biblioteca Vasconcelos, en el contexto de la exposición Alfredo Vilchis.


Lançamento do e-book Ex-votos das Américas, pela CRV

https://www.editoracrv.com.br/produtos/detalhes/32366-ex-votos-das-americasbr-comunicacao-e-memoria-social

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Visitando o Museu com a realidade aumentada


4ª Roda de Conversa sobre Tropeirismo

Reconhecida como Ponto de Memória, Catrop realiza 4ª Roda de Conversa sobre TropeirismoONG Carreiro de Tropa – CATROP / 

3 dias atrásAscom|Catrop

A Organização Não-Governamental Carreiro de Tropa|Catrop – promove, nos dias 17 e 18 de fevereiro, a 4ª Roda de Conversa sobre Tropeirismo. Com o tema “Tropeirismo: Museu, Memória e Patrimônio”, a atividade terá como sede a Casa Memorial Régis Pacheco e vai celebrar os 10 anos de fundação da Catrop, instituição cultural sediada em Vitória da Conquista e dedicada à preservação e valorização do tropeirismo e do patrimônio cultural regional. A ocasião também servirá para celebrar o reconhecimento da entidade como Ponto de Memória do Tropeirismo, outorgado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e pela Organização dos Estados Ibero–americanos (OEI)No primeiro dia, a partir das 18 horas, serão abertas ao público as exposições “J. Murilo – eu sou um tropeiro das artes” – e a exposição “Humanas idades do sertão”. Em seguida, será proferida a conferência “Museu, Museologia e Convergências”, pelo Prof. Dr. José Cláudio Alves de Oliveira, da Universidade Federal da Bahia\UFBA, seguido de debate e comentários com o Prof. Me. José Luís Caetano da Silva (UESB), Prof.ª Valquíria Fernandes (Diretora do Museu Regional de Vitória da Conquista) e o público. A noite será encerrada com a apresentação musical do Movimento Violão Clássico, integrado pelos concertistas Paulo Francisco e Rômulo Aurélio e pelos professores Carlos Porto Geslaney Brito.

No segundo dia, a programação terá início às 14 horas, com a chegada de tropeiros de diversas localidades de Vitória da Conquista e municípios vizinhos. Depois, acontecerá a Roda de Conversa, com lançamento do Museu Virtual do Tropeirismo de Vitória da Conquista, seguida de um café tropeiro. Logo após, será realizado o lançamento de livros e bate-papo com a Prof.ª Dr.ª Isnara Pereira Ivo (UESB), Prof. Dr. José Cláudio Alves de Oliveira (UFBA) e Prof. Me. José Luís Caetano da Silva (UESB). Também haverá a apresentação da peça teatral “Tudo segue o tempo: Memória, Tropeirismo e Poesia”. O encerramento da Roda será com a apresentação dos violinistas, violeiros e contadores de causos Dorinho ChavesManno di SousaPapalo MonteiroWalter Lages e Jhesus Oliveira.

O evento é apoiado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia do Ministério da Cultura, através do Programa Pontos de Memória, e pelas Prefeituras Municipais de Vitória da Conquista e Barra do Choça. Conta ainda com a parceria da Casa Memorial Governador Régis Pacheco, da Cia Kagemi e do Núcleo de Estudos de Comunicação, Culturas e Sociedades (NECCSOS/UESB).

Confira a programação:
17 de fevereiro
18:00 horas – Abertura da exposição fotográfica de Micael Aquillah “Humanas idades do sertão”
18:30 horas – Abertura da exposição “J. Murilo, ‘eu sou um tropeiro das artes’”
19:00 horas – Mesa de abertura oficial
19:30 horas – Conferência “Museu, museologia e convergências”
Prof. Dr. José Cláudio Alves de Oliveira (Departamento de Museologia/UFBA)
Debate e comentários: Prof. Me. José Luís Caetano da Silva (Departamento de Filosofia e Ciências Humanas/UESB)
Prof.ª Valquíria Fernandes (Diretora do Museu Regional de Vitória da Conquista/Casa Henriqueta Prates/UESB)
21:00 horas – Apresentação musical: Movimento Violão Clássico (Concertistas Paulo Francisco e Rômulo Aurélio, professores Carlos Porto e Geslaney Brito)

18 de fevereiro
14:00 horas – Chegada dos tropeiros
14:30 às 16:30 horas – Roda de Conversa e lançamento do Museu Virtual do Tropeirismo de Vitória da Conquista
16:35 às 17:10 horas – Café tropeiro
17:10 às 18:00 horas – Lançamento de livros e tarde de autógrafos (com a Prof.ª Dr.ª Isnara Pereira Ivo/UESB, Prof. Dr. José Cláudio Alves de Oliveira/UFBA e Prof. Me. José Luís Caetano da Silva/UESB)
18:00 horas – Apresentação teatral: “Tudo segue o tempo: Memória, Tropeirismo e Poesia”
19:00 horas – Despedida dos tropeiros
19:30 às 22:00 horas – Apresentação musical com os violinistas, violeiros e contadores de causo: Dorinho Chaves, Manno di Sousa, Papalo Monteiro, Walter Lages e Jhesus Oliveira.
Dúvidas e questões: carreirodetropa@gmail.com
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Link da Página da Catrop no Facebook: https://www.facebook.com/Catrop
Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/418008225203904/
Blog: https://carreirodetropa.wordpress.com
Telefones: (77) 3421-7725/ (77) 98855-3364


ALAIC

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Participam do Congresso Latinoamericano de Investigadores de la Comunicación, no GT 1 Comunicación Intercultural y Folkcomunicación,  duas integrantes do GREC, Ariadiny Cerqueira Araújo e Genivalda Cândido com seus respectivos temas “La comunicación popular y la sala de milagros del Santuario de Santa Teresa de Lisieux en Mata Grande – AL, Brasil ” e  ” Rituais e ex-votos na folkcomunicação “. O Coordenador do NPE trabalhou o seu tema sobre santuários digitais no GT 19 – Comunicación Digital, Redes y Procesos (Comunicação Digital, Redes e Processos).


TEMPO DE FÉ: DEVOÇÕES

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MAIS UM NÚMERO DA REVISTA INTERNACIONAL DE FOLKCOMUNICAÇÃO

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​SUMÁRIO
PDF 4-5

EDITORIAL
PDF 7-9

ARTIGOS E ENSAIOS
Lo decolonial en el horizonte de la folkcomunicación
María Eugenia BorsaniPDF 11-29

De massa, multidão e outros: acepções na modernidade e na contemporaneidade
Sebastião Guilherme AlbanoPDF 30-46

Folkcomunicação e Estudos de Recepção: O olhar de Roberto Benjamin
Guilherme Moreira Fernandes, Anderson Lopes da SilvaPDF 47-67

Muito barulho por tudo: uma análise sobre as estratégias políticas e comunicativas dos panelaços Anti-Dilma
Severino Alves de Lucena, Juliana Freire BezerraPDF 68-83

A Informação e o discurso das cartas e bilhetes ex-votivos: uma análise folkcomunicacional
José Cláudio Alves de OliveiraPDF 84-97

A transformação dos hábitos culinários da comunidade Quilombola da Fazenda Picinguaba (Serra do Mar Paulista)
Luís Carlos ParavatiPDF 98-117

Atualizações da mídia regional: a Rede Somzoom Sat dez anos depois (2005-2015)
Maria Érica de Oliveira Lima, John Willian LopesPDF 118-132

A Xilogravura está na moda: vestuário, folkmarketing e desenvolvimento local na feira de artesanato de Caruaru PE
Maria Luciana Bezerra da Silva, Severino Alves de Lucena FilhoPDF 133-151

ENSAIO FOTOGRÁFICO
La Cruz de Mayo de Los Chacayes, una festividad en riesgo
Cristian Yáñez Aguilar, Martín Reyes CalderónPDF 153-163

ENTREVISTA
Mestre Marcelino Azevedo: uma história de resistência contada nas zabumbas do Bumba meu bo
Letícia Conceição Martins CardosoPDF 165-174

​RESENHAS & CRÍTICAS
Desafios e rumos do Jornalismo cultural na contemporaneidade
Thays Assunção ReisPDF
176-179


PALESTRA NO MUSEU DE ARTE MODERNA DA BAHIA

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Em paralelo à exposição “Uma pausa em pleno voo”, do artista cearense radicado no Rio de Janeiro, Efrain Almeida, será realizada na Galeria 3 do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), uma palestra sobre a expressão popular religiosa dos ex-votos, na próxima quarta-feira (11), às 14h, aberta ao público.

Ministrada pelo Professor Associado da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Chefe do Departamento de Museologia e Coordenador do Núcleo de Pesquisa dos Ex-votos, José Cláudio Alves de Oliveira, e pela Mestra em Museologia pela UFBA, Genivalda Cândido da Silva, a atividade dialoga com a exposição, que segue em cartaz na Capela do MAM-BA até o dia 3 de julho.


PRIMEIRA CHAMADA

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Nosso próximo lançamento – 13 de julho de 2016

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A noite foi completa. Muita gente, muita emoção e felicidade. Dos autores, além do organizador, estiveram a Beatriz Helena Ramsthaler Figueiredo, Genivalda Cândido e Gilson Magno. Após as excelentes palestras dos Professores Saja e Heloisa Helena, vieram os autógrafos e o coquetel. Noite histórica e inesquecível para o NPE e GREC, que contou, também, com a inauguração da instalação da sala de milagres no MAB. 

Agradecemos aos funcionários do MAB, à museóloga Francisca Andrade e ao Diretor Pedro Arcanjo.


CONFLUÊNCIAS PICTÓRICAS – Com a Dra. Ana Duarte

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REVISTA EXTRAPRENSA TRAZ ARTIGO SOBRE EX-VOTOS

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O número 9, v. 1 da Revista Extraprensa, da ECA-USP, traz, entre excelentes produções, o artigo Cartas ex-votivas: histórias de vidas, memórias social e comunicação, produção do NPE

O artigo propõe analisar alguns aspectos dos bilhetes e cartas ex-votivos, encontrados em salas de milagres dos santuários do Brasil e México. O trabalho parte de dados coletados no Projetos Ex-votos do Brasil e Ex-votos das Américas, em andamento, que objetiva identificar, catalogar e iconografar a rica tipologia dos ex-votos no Brasil e Américas. Aqui, o recorte tem por objetivo falar das cartas e bilhetes ex-votivos como fontes para a informação e a memória social, por serem ricas fontes para o estudo da história local, regional e nacional. No curso do texto alguns exemplos que ilustrarão o potencial desse documento, media ou simplesmente testemunho social. Como base, estão autores dos campos da memória, como Bérgson e Jacques Le Goff, da comunicação, a exemplo de Luiz Beltrão e José Marques de Melo, e da Museologia, a pesquisadora Maria Augusta da Silva. Orlandi, traz uma base para a argumentação sobre a análise do discurso, que faz parte das narrativas dos denominados “ex-votos bibliográficos”. Busca-se situar algumas questões relativas à gramática da escrita e aos suportes, que trazem características marcantes de uma rica tradição latina de longa duração, que almeja a relação entre o crente e o ente superior.

A publicação saiu ontem, 10 de maio, com edição referente a dezembro de 2014. É mais uma bela produção do NPE numa grande revista.



CIRCUITO DOS CLÁSSICOS 2015

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REVISTA MUSEOLOGIA & INTERDISCIPLINARIDADE

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Nas palavras dos Editores Emerson Dionisio Gomes de Oliveira e Ana Lúcia de Abreu Gomes,
“É com imensa satisfação que informamos que está disponível a sexta edição da revista Museologia & Interdisciplinaridade (http://seer.bce.unb.br/index.php/museologia/index)
Queremos agradecer a todos pela colaboração. Esperamos contar com novas participações nos próximos números.
Por favor, solicitamos que divulguem aos seus pares a revista”.

Neste número, o artigo EX-VOTOS PICTÓRICOS: TRADIÇÃO E PERMANÊNCIA DE PORTUGAL AO BRASIL, do Coordenador do NPE.


POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MUSEUS – por Danielly Sandy

Temos o prazer de informar que trabalho intitulado “POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MUSEUS: GESTÃO E SUSTENTABILIDADE”, da mestranda Danielly Dias Sandy – orientado pela Doutora Heloisa Helena Costa – foi ACEITO pelo Comitê Científico, para participar do VI Seminário Internacional de Políticas Culturais, a ser realizado de 26 a 29 de maio de 2015, na Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio de Janeiro/RJ.


EXPOSIÇÃO

A integrante do GREC-NPE/UFBA e NUPPE/UFU (líder), PhD, e artista plástica desde 1987, Aninha Duarte cria e participa de exposições individuais e coletivas, no Brasil e exterior, e possui experiência na área de Artes Visuais, com ênfase em pintura e desenho; e também na área da História da Cultura, precisamente nos estudos direcionados a religiosidade popular abordando a temática dos ex-votos.  Por essa razão apresenta o seu novo trabalho entre 04 e 25 de março, no Palácio D. Manuel, situado em Portugal. 

A exposição “ANALGESIAS” ,   possui o tema “Nós que Aqui Estamos Por Vós Esperamos” , e subtema “meras coisas” , fomentando  histórias de graças e milagres através dos objetos ex-votivos artísticos, visando refletir a temática memória e as representações da dor nas fragilidades da vida.

Abaixo, algumas das obras que compõe a exposição, com detalhamento técnico e resumo redigido pela própria artista:

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“Courage” trata de um conjunto de pinturas que externam alguns fragmentos iconográficos retirados de dados históricos da vida de “Les insoumisses: Flora, Tina, Olympeet les outres”. Para homenagear ” et les autres” fez-se umrecorte sobre imagens de mulheres/santas/mártires.

“Courage” é na essência uma composição pictórica que intenciona laurear mulheres destemidas que ousaram lutar por seus ideais, mesmo que esses os levassem a diversas formas de torturas e até mesmo à pena de morte; é composto por quatro painéis:

Painéis 

Imagem1 – Painel composto por fragmentos da história de vida de Olympe de Gouze.
Imagem2 – Painel composto por fragmentos iconográficos da história de vida de Flora Tristan.
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3 –  Painel composto por fragmentos iconográficos da história da vida de Tina Modotti.

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4 – Painel composto por imagens de Santas católicas que foram martirizadas.


I SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE LATIM

Evento que ocorreu de 28 a 30 de julho, em Porto Alegre, e que contou com a brilhante participação do Professor e Padre Gilson Nunes, especialista em Latim e Sociolinguística. No evento, além da sua participação, houve a efetiva presença do ex-prefeito de Porto Alegre e ex-governador do Rio Grande do Sul, o Dr. Olívio Dutra.


PARTICIPAÇÕES NO XIV IBERCOM

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Integrantes do GREC participaram do Congresso Internacional IBERCOM que aconteceu no período de 29 de março a 03 de abril, em São Paulo. 
Os doutores José Cláudio A. Oliveira – DTI 6 – Comunicação e Cultura Digital;  Gilson Magno dos Santos e Rita de Cássia Maia, no – DTI 13 – Folkcomunicação; a Mestranda: Genivalda Cândido – DTI 13 – Folkcomunicação.

Clique aqui e confira os trabalhos; lista em ordem alfabética.



DOIS LANÇAMENTOS BIBLIOGRÁFICOS SOBRE OS EX-VOTOS

Neste março de 2015 dois lançamentos bibliográficos sobre os ex-votos, e que enveredam pela Comunicação Social, serão lançados. Trata-se da primeira produção exclusiva do GREC, organizada pelo Professor José Cláudio Alves de Oliveira, intitulada Ex-votos das Américas: comunicação e memória social; e o EX-VOTOS – A Saga da Comunicação Perseguida, do Mestre e Padre Luís Erlin Gomes Gordo. Ganha a academia. Ganham os pesquisadores e estudiosos da comunicação e memória social.


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A ACADEMIA PERDE PARTE DO SEU BRILHO

É com imensa tristeza que registramos o falecimento, nesta sexta-feira, 26 de dezembro, da querida Profa. Ana Alice Costa, batalhadora, defensora das melhores causas, uma das fundadoras do NEIM-UFBA e importante militante do movimento feminista. O GREC-NPE estende os pêsames aos seus parentes e amigos.


APROVAÇÃO UNIVERSAL 2014 CNPq 

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Criação e Inovação da Universidade Federal da Bahia parabeniza todos os docentes que submeteram projetos aos editais  Pronex, Pronem e Universal 2014 CNPq particularmente aqueles que foram selecionados. A submissão de projetos de pesquisa a editais públicos é fundamental não apenas para o desenvolvimento das investigações assim beneficiadas, mas revela a vitalidade do desenvolvimento dessa atividade em uma instituição Universitária. 

Segue a relação de pesquisadores da UFBA ​com projetos selecionados, em especial o Projeto Ex- votos do México do Departamento de  Museologia, idealizado por José Cláudio Alves de Oliveira. 

MCTI/CNPQ/UNIVERSAL 14/2014 – FAIXA C
Abrahão Fontes Baptista
Alvanita Almeida Santos
Antonia Pereira Bezerra
Cristiana Maria Costa Nascimento de Carvalho
Cristiane Flora Villarreal
Eduardo Martins Netto
Iêda Margarida Crusoé Rocha Rebello
Itania Maria Mota Gomes
Jean Nunes dos Santos
José Cláudio Alves de Oliveira
Lucas de Castro Quarantini
Marco Aurélio Andrade de Filgueiras Gomes
Maria do Carmo Rangel Santos Varela
Nelson De Luca Pretto
Olival Freire Junior
Paola Berenstein Jacques
Rita de Cássia Ribeiro Silva
Salvador Ávila Filho
Sergio Luis Costa Ferreira
Simone Cerqueira Pereira Cruz


CIRCUITO DOS CLÁSSICOS 2014

O BELO NA LITERATURA LATINA ANTIGA E NA TEOLOGIA.

Em 06/12, foi realizado o último encontro do Circuito dos Clássicos de 2014. A temática da tarde: O belo na literatura latina antiga e na teologia. Discentes do componente curricular de Leitura de Textos em Língua Latina, realizaram pesquisa de campo na cidade de Salvador e documentaram as inscrições latinas em Mausoléus do Cemitério Campo Santo, Parque Zoobotânico, Museus e em alguns Monumentos Históricos no intuito de analisar e resgatar o conhecimento e a beleza da memória histórica da cidade.

Em seguida o Padre e Professor de Literatura Grega, Antônio Th. Xavier da Universidade Católica do Salvador(UCSal), realizou a exposição da sua pesquisa, relacionada ao subtema da beleza no judaísmo, o estudo consiste na repetição de palavras encontradas na bíblia sagrada hebraica, que se correlacionam com o termo belo, bom e bem.

Contamos com a presença da Professora Zélia dos Santos; fundamentada pelos aportes do poeta romano Ovídio, refletindo o subtema: A estética feminina. Foi realizado um apanhado da história da arte, na qual a mulher possuía orientações para sua conduta diária. O padrão estético aristocrático atribuía exigências no quesito: comportamento, leitura de poesia, canto e aspectos físicos. Com um recorte à atualidade, a palestrante instigou o público na reflexão dos critérios da beleza na sociedade moderna, e a diferença entre a beleza física aparente e a beleza interna invisível aos olhos.

Por fim a Professora Tereza do Carmo, inspirada nos livros: A história da beleza e A história da feiura de Umberto Eco; realizou a análise da cena trágica de Medeia, personagem da mitologia grega, possibilitando assim um estudo comparativo entre o humano e o divino;  a monstruosidade e o fascínio que a heroína despertava, pois a mesma carregava beleza como o ícone do ser. A imagem de Medeia é vinculada ao limiar cultural civilizacional e cultural.


A PRESENÇA DO LATIM NA CIDADE DE SALVADOR – Alunos do Dr. Gilson Magno


LEITURA ICONOGRÁFICA DOS RETÁBULOS DA ORDEM TERCEIRA  DO CARMO DE CACHOEIRA, BAHIA-  Cid Cruz.

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O MUSEU DO ALTO SERTÃO DA BAHIA –  Zamana Brisa

No dia 13 de setembro aconteceu mais uma edição do Circuito dos Clássicos. A palestra foi ministrada pela mestranda  Zamana Brisa, integrante do Grec, que apresentou a temática Cibercultura voltada para o Projeto do Museu do Alto Sertão da Bahia (MASB), localizado em Caetité, que  pretende enquanto espaço físico e virtual, abrigar achados arqueológicos, e tornar o local de lembranças e memória coletiva  em memória cultural.

TURISMO E PATRIMÔNIO- Thaís Gualberto

O objetivo do encontro de 19 de julho, foi analisar a presença da memória no turismo, abordando os atrativos contidos  no turismo cultural e o discurso reflexivo da presença do turismo no museu. 

BRINQUEDOS e MEMÓRIA- Maria das Graças Teixeira

Em 07 de junho foi realizado o encontro com a Professora Graça, falou-se a respeito do destino, valor e representação dos artefatos lúdicos no cenário museológico.


PATRIMÔNIO E MEMÓRIA SOCIAL- Mestre Saja e Drª Heloísa Costa

No dia 17 de maio o Circuito dos Clássicos, edição “patrimônio e memória” foi abrilhantado pela palestra do Dr. Saja; e logo em seguida a mediação da Dra. Heloísa Helena da Costa. Dois Professores da Universidade Federal da Bahia, palestrantes de tal grandeza que fez aquele sábado, as 15h, se encher de conhecimento e alegria ao público presente.

 


CIRCUITO DOS CLÁSSICOS: PATRIMÔNIO E MEMÓRIA SOCIAL

O Circuíto dos Clássicos está de volta e nosso primeiro encontro será dia 26 de abril onde daremos continuidade as nossas análises, porém agora com  com nova abordagem: Patrimônio e Memória Social

Universidade Federal da Bahia
Dia 26 de Abril de 2014
Pavilhão de Aulas da Federação (PAF 3)
Campus de Ondina

Contamos com sua presença!

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“MEMÓRIAS DE FÉ”

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ABERTURA DA EXPOSIÇÃO “MEMÓRIAS DE FÉ”.

No dia 15(quarta-feira) de Janeiro de 2014, ocorreu a abertura da Exposição Fotográfica “MEMÓRIAS DE FÉ” na Galeria de Arte do Espaço Cultural do Mercado Municipal em Uberlândia-MG.
A iniciativa tem o objetivo de compartilhar as análises iconográficas e semióticas sobre as fotografias dos ex-votos registrados durante as incursões a museus e salas de milagres dos santuários católicos brasileiros e das Américas Central e do Norte, em dois Projetos: o Ex-votos do Brasil e o Projeto Ex-votos das Américas.
As fotografias são de autoria dos professores Aninha Duarte e José Cláudio Alves de Oliveira e dos e pesquisadores Lavínia Muniz, Lisle Lopes, Marcele Nascimento, Natália Marques da Silva, Silvia Regina Santana da Silva, Val Cândido e Viviane Santos, com curadoria de Maria José Carvalho.

Abaixo fotos da montagem e da abertura da Exposição.


MEMÓRIAS DE FÉ. EXPOSIÇÃO SOBRE OS EX-VOTOS. UBERLÂNDIA, MG.

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TRABALHOS APROVADOS PARA O IV CONGRESSO INTERNACIONAL EM ESTUDOS CULTURAIS:COLONIALISMOS, PÓS-COLONIALISMOS E LUSOFONIAS.

Com grande satisfação informamos que os trabalhos “Ex-votos: tradição, arte e permanências, de Portugal ao Brasil”, do Professor José Cláudio Oliveira, “Santuário do senhor Bom Jesus do Bomfim, Salvador: Um estudo de caso sobre a tradição a memória e a folkcomunicação na produção audiovisual”, de Flávia Maciel e Genivalda Cândido, e “Descolonizando a documentação museológica através das TICs: a web 2.0 como ferramenta para autorrepresentação de grupos carnavalescos afro-baianos no MAFRO-UFBA”, da Doutora Rita Maia, foram aceitos pela Comissão Científica do IV Congresso Internacional em Estudos Culturais: Colonialismos, Pós-colonialismos e Lusofonias, em abril  de 2014, no Museu de Aveiro, na cidade de Aveiro, Portugal.

(http://estudosculturais.com/congressos/ivcongresso/apresentacao/)


APROVAÇÃO DO PROJETO EX-VOTOS DO MÉXICO NO PIBIC-UFBA

A UFBA divulgou, via rede (https://sisbic.ufba.br/sisbic/Welcome.do###), a relação de orientadores e planos de trabalhos contemplados na seleção de bolsas do EDITAL PROPCI/UFBA 01-2013 – PIBIC e PIBIC-AF, correspondente ao período de vigência de 01 de agosto de 2013 a 31 de julho de 2014. Entre os projetos está o Ex-votos do México, que advém do Projeto Ex-votos da Américas, que serve de “guarda chuva” para o futuro do estudo em cada nação mapeada. O plano aprovado, que concede uma bolsa a uma estudante do B.I. de Humanidades, é denominado “Pesquisa de campo in locus. E atualização do banco de dados”.


BOLSISTA DO PROJETO EX-VOTOS DAS AMÉRICAS APROVADA NO PPG MUSEU

A bolsista NS do Projeto Ex-votos das Américas, Genivalda Cândido, foi hoje aprovada na seleção do novo Mestrado em Museologia da Universidade Federal da Bahia. O PPG MUSEU é o primeiro do Nordeste brasileiro, e esta é a primeira turma, composta de 10 selecionados. O resultado saiu hoje, 27 de agosto de 2013.


CIRCUITO DOS CLÁSSICOS – Segunda conferência acontecerá em 19 de outubro de 2013

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O Programa de Extensão, Circuito dos Clássicos, deu inicio neste dia dezessete, no PAF 3 (UFBA), com a Conferência “A hora e a vez de Pátroclo ou a concepção de herói épico”, regida pelo Professor Dr. Júlio Lopes Rego do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia.

O evento é Coordenado pelo Professor Dr. Gilson Magno (UFBA), realizado pelo Projeto Ex-votos do Brasil, acontecerá a cada dois meses, cada conferência será realizada por um Professor convidado. 
A próxima conferência realizar-se-á no dia 19 de Outubro, às 14 hr. O próximo tema será “Prazer e virtude segundo  Aristóteles”, que será ministrado pela Professora Juliana Ortegosa Aggio (UFBA).

Participantes com 80% de freqüência, receberão certificado de participação.
Mais informações: Prof. Dr. Gilson Magno dos Santos
magno.gilson@ig.com.br


CIRCUITO DOS CLÁSSICOS – Primeira conferência aconteceu em 17 de agosto de 2013 

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Nesse sábado 17/08 às 14h aconteceu na sala 111 do Paf 3 (UFBA) a primeira rodada da atividade de extensão Circuito dos Clássicos com a Conferência  “A hora e a vez de Pátroclo ou a concepção de herói épico” regida pelo Professor Júlio Lopes Rego do ILUFBA (Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia).

O evento Coordenado pelo Professor Dr. Gilson Magno (ILUFBA), realizado pelo Grupo de Pesquisa Ex-votos do Brasil durou aproximadamente 2 horas, com direito a sorteio de livros.

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NOVO MESTRADO EM MUSEOLOGIA DA UFBA

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JORNAL A TARDE DIVULGA MATÉRIA SOBRE OS EX-VOTOS E O PROJETO

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O Caderno 2+ do Jornal A Tarde, de Salvador, divulgou a matéria feita com o Coordenador do Projeto Ex-votos das Américas, focando a importância dos Ex-votos na cultura e religiosidade; na importância do Santuário do Bomfim e da propagação da tradição. A matéria, de autoria da jornalista Daniela Castro, com foto de Adilton Venegeroles, saiu no dia 14 de janeiro de 2013.

Com a divulgação da matéria, logo na semana da Lavagem das escadarias da igreja do Bomfim, o Coordenador foi convidado para uma entrevista na TVEducativa, de Salvador, e para a mesma emissora teve o convite para comentar a  lavagem das escadarias na quinta feira, dia da festa, o que aconteceu entre as 10 e 12h, com transmissão direta da emissora.

Dentre os comentários, o Coordenador especificou dados históricos da lavagem, da arquitetura da igreja do Bomfim, dos pormenores culturais que trazem a riqueza do hibridismo religioso e da miscigenação que se compões de uma das maiores manifestações religiosas da Bahia e do Brasil.


SEGUNDA INCURSÃO AO MÉXICO

O Projeto Ex-votos das Américas, realizou sua segundo incursão a Santuários das Américas do Norte. Foram pesquisados os Santuários de Nossa Senhora de Guadalupe e Chalma. Além de ter documentado, sinteticamente, algumas capelas e igrejas.

Em Guadalupe, o complexo religioso é rico em manifestações culturais, e por ser um local sagrado, não ficou registro apenas na manifestação religiosa, mas também nas danças, músicas locais e regionais, procissões de várias cidades vizinhas a capital mexicana. 

O local em si remete ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil, onde a fé move milhares de romeiros durante o ano todo para pagamento de suas graças alcançadas. Porém, há um diferencial entre os dois santuários e os pagamentos de promessas feitos. Pois em Guadalupe não há um local próprio para o recebimento do objeto ex-votivo. O fiel carrega sua graça até o santuário, ou a igreja de sua escolha, (são 4 existentes no complexo), assiste a missa, pede a benção, e retorna, com seu objeto benzido.

Outro grande diferencial é que o movimento é constante no santuário, tendo ápices durante os finais de semana, onde pequenos grupos se dirigem cedo em romarias para pagamentos de promessas. Algo que chamou muito a atenção foi a presença de crianças (até mesmo de colo) e jovens, algo que não é muito observado nos santuários brasileiros.


Revista Muito divulga trabalho do NPE

Projeto Inclusão Social e Capacitação Digital, atividade desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa dos Ex-votos com a comunidade do entorno da Igreja do Senhor do Bonfim, foi citado pela Revista Muito na matéria “Um Voto de Fé”, escrita por Regina Sá. Confira aqui na íntegra:

Um Voto de Fé
Regina de Sá

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Mãos, pernas e cabeças, moldados em cera, pendem do teto da sala dos milagres. Fotos emolduram as paredes. Um carro novo, a casa própria, a cura de uma doença. Quem mensura o que é milagre? Entre prece, alegria e cura, transitam os fiéis. Um deles conta da filha, que intercedeu por ele. “Estou praticamente curado”. Quase tudo que se vê, lê ou se toca naquele espaço da Igreja do Bonfim é um ex-voto, prática devocional difundida e aceita como manifestação religiosa católica. Um pedido feito, uma promessa a ser cumprida e, se a graça for alcançada, será paga com o depósito de um objeto em lugar sagrado.

Construção em estilo barroco rococó inaugurada em 1754, o templo do Bonfim é o destino final da peregrinação de ex-votistas de todo o País. A igreja, erguida no alto de uma colina, na Península de Itapagipe, é um ex-voto, pois conta a história que, em agradecimento, um devoto do Senhor do Bonfim de Setúbal, Portugal (foi de lá que veio a réplica da imagem), o capitão-de-mar-e-guerra português Teodósio Rodrigues de Faria, prometeu que, se conseguisse escapar de uma tormenta em alto-mar, abrigaria, em solo baiano, as imagens que trazia na caravela: Nosso Senhor do Bonfim e Nossa Senhora da Guia.

Abraçado a um exemplar de Riscadores de Milagres, do historiador e crítico de arte Clarival do Prado Valladares, Luiz Geraldo Freire de Carvalho, 71, responsável pelo museu dos ex-votos do Bonfim, sobe cuidadosamente os estreitos degraus que dão acesso ao lugar e vai contando curiosidades sobre as mais antigas representações ex-votivas que estão nas paredes, muitas delas citadas no livro. Carvalho, que há 26 anos trabalha na Devoção do Bonfim, conhece muitas histórias dos objetos que compõem o acervo.

São mais de mil peças em prata, ouro e bronze, algumas em formato de pingente. Antigamente, explica Carvalho, pessoas com maior poder aquisitivo mandavam um ourives confeccionar os ex-votos, que eram chamados então de milagritos. Mas há também objetos bastante curiosos, como camisas de clube de futebol entregues por jogadores, um sabre, uma bomba da Segunda Guerra Mundial, algemas, casinhas feitas em madeira, quadros relatando naufrágios e curas, jogos de chá, relógios, terços em ouro e prata, placas, mechas de cabelo, alianças, retratos, telefones, réplicas de embarcações e uniformes de oficiais.

Na coleção do museu do Bonfim, destacam-se ainda os ex-votos de madeira. Dentre as muitas peças, uma chama especialmente a atenção. A escultura mede apenas 50 cm, feita de cedro, é atribuída a um artista, Manoel Bonfim, e se encontra ao lado de um relógio de pêndulo com carrilhão. Conforme registra a inscrição ao lado da peça, representa o escravo Amaro.

Devoção

Reza a lenda que Amaro viveu na igreja desde muito pequeno. Em meados de 1800, foi entregue à Devoção como um ex-voto, após seu dono ter uma graça alcançada. “Naquele tempo, as pessoas que tinham escravos ofereciam à Devoção. Amaro veio para cá ainda menino. Vivia aqui como um zelador”, diz Carvalho.

Por não haver um tratamento museológico, os objetos na sala permanecem perdidos no espaço e no tempo, tanto quanto as suas histórias. Para o padre Edson Menezes, 54, pároco há quatro anos no Bonfim, o que mais o preocupa hoje é a sala dos milagres. “Acho que não atende à demanda. E, na sala dos ex-votos, deveria haver um livro para registro dos milagres. É uma pena que, nesses anos todos, não se tenham catalogadas as correspondências”.

O que começou como uma pesquisa sobre os ex-votos do Bonfim levou a uma dissertação de mestrado, ampliando o olhar para outro santuário baiano, o de Bom Jesus da Lapa. A partir daí, sair pelo Brasil documentando e fotografando outros nove santuários foi quase missão. Nos últimos 20 anos, o professor de museologia José Cláudio Alves de Oliveira, 44, doutor em comunicação e coordenador do projeto Ex-votos do Brasil, visitou santuários, igrejas, salas de milagres e museus e mapeou um material igualmente precioso: a comunidade. Assim, Oliveira e sua equipe desenvolveram o projeto Inclusão Social e Capacitação Digital (http://inclusaodigitalcnpq.wordpress.com).

A ideia de aproximar quem vive no entorno de santuários, como o Bonfim, das novas tecnologias deu certo. Cerca de 100 pessoas já estão cadastradas, e muitos sequer sabiam da existência do pequeno museu, embora comercializem fitinhas e ex-votos. “A inclusão social é uma tendência nas áreas de patrimônio cultural. Alguns estão percebendo essa democratização da comunidade e capacitando pessoas no campo da arte. Mas são poucos os museus que trabalham com a sociedade, em torno de 1%”, explica o estudioso.

Arte e ex-votos

Foi na cidade de Milagres, a 232 quilômetros de Salvador, no finalzinho dos anos de 1960, que um homem abriu a mão e desembrulhou de um lenço pequeninas joias. O artista visual Sante Scaldaferri, 84, não teve dúvidas: negociou com o sujeito a compra de uns 15 ex-votos de metal. Sante estava na cidade baiana por outro motivo: na época, participava do filme de Glauber Rocha O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro.

O interesse de Sante por ex-votos nasceu ainda na Escola de Belas Artes, quando cursou a disciplina Estudos Brasileiros. “Havia um pequeno museu com ex-votos e fiquei entusiasmado. Foi ali que me apaixonei”. Saiu pelo Brasil à procura de outras peças – as preferidas são as de madeira. Hoje, trabalha com novas tecnologias, como a infogravura, sem deixar de lado “a mão do artista”. A partir de um banco de imagens, reconstrói a arte: imprime e, sobre o papel, desenha e pinta. Assim, vai elaborando novas possibilidades. “Ex-voto de madeira é uma obra de arte popular única”, diz.

Luís Américo Bonfim, 40, coordenador-geral de pós-graduação e pesquisa da Faculdade Visconde de Cairu, também é apaixonado por ex-votos. A expressão votiva do catolicismo brasileiro foi tema de sua tese de doutorado, que mapeou 120 sítios religiosos. Se, por um lado, a pesquisa trouxe luz ao tema; por outro, observou que, em séculos de devoção, acumularam-se perdas também. E alfineta: “Quando se faz um museu de arte popular, ou se cai no pieguismo ou fica erudito demais e desinteressante”.

Em breve, a maior conquista deste pesquisador poderá ganhar contornos reais: está em estudo, atualmente, uma proposta ao Museu de Arqueologia e Etnologia da Ufba de se criar uma sala de acervo etnológico ligado aos ex-votos. “Em Salvador, existe uma dificuldade muito grande de se fazer um museu se tornar um espaço curioso. A ideia é que a gente pudesse, junto com a Escola de Belas Artes, reconstruir ali um ambiente sagrado”.

Riscadores de milagres

Vem de longe a tradição dos ex-votos. Na Idade Média, era costume encomendar uma pintura. Com o tempo, deram lugar aos riscadores de milagres, que ficavam muitas vezes próximos aos templos religiosos. Em Salvador, o mais famoso deles foi João Duarte da Silva, que viveu no começo do século 20 e tinha uma tenda no Taboão. Os riscadores desapareceram com a chegada da fotografia. A popularização das máquinas digitais sedimentou outra forma de agradecer por um milagre.

Para Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva, 53, diretor do Instituto de Ciência da Informação da Ufba, acervos fotográficos exigem atenção especial. ”No caso dos ex-votos do Bonfim, são inúmeros os fatores de deterioração”. Quanto ao descarte, ele observa: “Já é possível criar versões de forma orientada à preservação apenas do conteúdo, caso os originais estejam ali exatamente para serem consumidos pelo tempo”. É a fé entrando na era digital. O que conta, no entanto, é a preservação da memória indo além do testemunho de fé. Maior promessa não há.

Fonte: Revista Muito (http://revistamuito.atarde.uol.com.br/?p=8002)


Exposição em Fortaleza conta a vida de Padre Cícero

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A história de Padre Cícero Romão Batista em Juazeiro do Norte está exposta na Central Cearense de Artesanato (Ceart), na Praça Luiza Távora, no Bairro Aldeota, em Fortaleza. A exposição é uma homenagem aos 100 anos comemorados pelo município e ficará aberta ao público até terça-feira (31), das 9h às 21h, segundo a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) do governo do estado.

As 30 peças em argila, confeccionadas pelo artesão José Travassos Filho, contam as lutas e conquistas políticas, sociais e religiosas de Padre Cícero. As peças trazem informações que se confundem com a história da região, como o processo da Beata Maria do Egito, a expulsão e reconciliação do padre com a Igreja Católica, a eleição para prefeito, a Guerra do Rosário, a amizade com Lampião e o Beato José Lourenço.

Do G1 CE, em 29/01/2012 09h45 – Atualizado em 29/01/2012 09h45Foto: Estátua de Padre Cícero em Juazeiro do Norte (Governo do Estado/Produção)


A Importância de uma Biblioteca em um Centro Espírita

Por Maria da Glória Alves de Oliveira

O presente trabalho abordara a importância da biblioteca nos centros Espírita de Vitória da Conquista. Esta temática tem sua importância fundada no esclarecimento que proporciona aquele que busca conhecer sobre biblioteconomia, e esclarecer sobre essa doutrina que é vista de forma preconceituosa, não só na época do seu aparecimento, mas nos dias atuais e no futuro, contará sempre com adeptos e opositores, por isso existe a necessidade de divulgar sempre o que for de esclarecimento positivo.

Este trabalho foi importante para a pesquisadora pelo fato de a mesma ser graduanda do curso de Ciência da Informação com ênfase em biblioteconomia e ser seguidora da doutrina espírita. Em relação aos seguidores e estudiosos da doutrina, ele possibilita conhecimento de como estarem sempre atualizados através dos livros e mídias que trazem não só palestras e seminários da cidade de Vitória da Conquista, mas de todo país. Ao tomar emprestados esses materiais, os usuários estarão contribuindo para a aquisição de novas obras. A organização de bibliotecas nas instituições espíritas proporciona aos espiritistas e simpatizantes da doutrina inúmeros benefícios, dentre eles a formação do hábito de leitura nas crianças e jovens, a divulgação do espiritismo a todos os interessados e a promoção da reforma íntima pelo conhecimento doutrinário – filosófico. Ao oferecer seus serviços o centro espírita colabora de maneira efetiva para o conhecimento doutrinário de seus freqüentadores.

A priorização básica foi identificar todas as bibliotecas dos centros espíritas de Vitória da Conquista, porém dentre os 19 centros existentes nesta cidade, apenas 07 possuem bibliotecas.
Os locais que serviram como fonte de pesquisa foram:  Centro Espírita Humberto de CamposCentro EspíritaAntonio Cruz, Centro Espírita André Luiz, Centro Espírita Francisco de Assis, Núcleo Espírita Jesus de Nazaré NEJN, Centro de Estudos Espírita Fabiano de Cristo, Centro Espírita Pena Branca.

A abordagem usada neste artigo foi indutiva porque partiu de questões particulares para analisar a importância dos centros espíritas de Vitória da Conquista. O método de procedimento usado foi histórico – funcionalista, e as técnicas utilizadas para a coleta de dados foram entrevista e observação.


Consagração.

Em 30 de maio de 2011, sem dúvida uma coroação para o NPE, para o Projeto de Inclusão social e digital, e para o Ex-votos do Brasil. O GREC, o NPE e o ID foram convidados para participar de trabalhos de Inclusão social com os vendedores ambulantes do Bomfim. Hoje foi a missa dos ambulantes, celebrada pelo Padre Edson. E ao final, o Padre chamou a equipe. Lá estávamos, e fomos abençoados por todos os santos dessa terra que transmite grande espiritualidade. Fomos abençoados pelo Senhor do Bomfim. E, sem dúvidas, com uma missão caminhando, cumprida, esforçada por todo o grupo, teremos pela frente o trabalho com cidadãos simples, bravos guerreiros brasileiros que querem apenas o ganho da vida perto do santuários. Pessoas que precisam de nós estudantes e cientistas, pesquisadores e professores. Ao Padre Edson, aquele obrigado, tanto pelo convite aceito, quanto pela bênção de hoje.

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Irmã Dulce é beatificada em Salvador, Bahia, Brasil.

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Aconteceu no último domingo, dia 22, no parque de exposições, na cidade do Salvador, no Brasil, a cerimônia de beatificação da freira .


IPHAN AMPLIA LISTA DE PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL

O Museu Nacional do Mar em Santa Catarina, quatro embarcações tradicionais brasileiras, a Igreja Positivista do Rio de Janeiro, os centros históricos de Natal, no Rio Grande do Norte, e de São Luiz do Paraitinga, em São Paulo, o conjunto histórico de Paracatu, o conjunto urbanístico e paisagístico de Cáceres, no Mato Grosso, e a Festa de Sant’Ana em Caicó, no Rio Grande do Norte. Estes são os mais novos bens que fazem parte da lista de Patrimônio Cultural protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan.

Reunido no Salão Portinari, no Edifício Gustavo Capanema, no Centro do Rio de Janeiro, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou também a extensão do tombamento da Serra da Piedade, em Minas Gerais. De acordo com o presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, os tombamentos e o registro aprovados pelos conselheiros reafirmam a proposta de ampliar a lista de bens protegidos e o novo conceito de patrimônio cultural, defendido pelo Iphan, que evidencia principalmente a importância de determinado bem na formação social e cultural do país. Segundo ele, cada vez mais a diversidade do patrimônio cultural está representada e protegida pelo governo federal.

Este ano, o Conselho Consultivo esteve reunido outras três vezes. Na primeira, em março, foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá. Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, de 14 Bens da Imigração Japonesa, em São Paulo, e do Teatro Oficina, também no estado paulista. A terceira reunião foi no início de novembro e resultou na proteção federal para o Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões e para o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, no Amazonas. Também entrou para a lista de Patrimônio Cultural o Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe, no Mato Grosso. Os conselheiros aprovaram ainda o tombamento do Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, do Centro Histórico de São Félix, na Bahia, e do conjunto arquitetônico e paisagístico de Santa Tereza, no Rio Grande do Sul.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.

Patrimônio Naval:

Pela primeira vez na história do país, embarcações que estão em uso passam a receber a proteção do Iphan. O Conselho Consultivo aprovou o tombamento da Canoa de Tolda Luzitânia, da Sociedade Sócio-Ambiental do Baixo São Francisco, em Sergipe; da Canoa Costeira de nome Dinamar, da Baía de São Marcos, no Maranhão; do Saveiro de Vela de Içar de nome Sombra da Luz, do Recôncavo Baiano, e da Canoa de Pranchão do Rio Grande, de nome Tradição, do Rio Grande do Sul; e do Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, incluindo o seu acervo. 

Para o diretor do Departamento de Patrimônio Material – Depam/Iphan, Dalmo Vieira Filho, esse é o início de um processo que visa preservar e valorizar o patrimônio naval brasileiro, que é um dos mais ricos do mundo em termos de variedade. Segundo ele, as embarcações tradicionais que ainda hoje fazem parte do cenário brasileiro, vieram de todos os continentes e foram adaptadas à realidade e às necessidades locais. O diretor do Centro Cultural da Marinha, almirante Senna Bittencourt, que acompanhou a reunião do Conselho Consultivo, confirma a declaração ao explicar que, aparentemente toscas, essas embarcações são, na realidade, construções sofisticadas e únicas no contexto mundial.

No entanto, apesar de ainda presentes no cenário nacional, as embarcações tradicionais brasileiras fazem parte de um quadro de grande vulnerabilidade guarda os últimos exemplares dessas embarcações. Antigamente, numerosas e corriqueiras, hoje são apenas alguns que, graças à dedicação voluntária de pessoas e organizações, são capazes de registrar os chamados bons tempos da navegação no Brasil. Atualmente, essas embarcações, apesar de frágeis, ainda guardam excpecionalidades tipológicas e construtivas, além de forte significado simbólico e afetivo local; fazem parte das paisagens e são, muitas vezes, ícones importantes da cultura regional.

Centro Histórico de Natal – RN:
Grande parte da história social, econômica, política e urbana de Natal, no Rio Grande do Norte, pode ser contada por seu centro histórico que mescla uma malha urbana colonial com um conjunto arquitetônico de todas as épocas, mas em que o século XX deixou a sua maior marca. Apesar das intervenções contemporâneas incorporadas ao longo dos anos, a área que deu início à cidade ainda conserva conjuntos de edifícios e bairros com suficiente representatividade histórica, justificando o de sua preservação como patrimônio cultural brasileiro.

O tombamento do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico da cidade de Natal, engloba a Cidade Alta e parte do Bairro da Ribeira e reforça a importância histórica e paisagística do rio Potengi para a cidade, ressaltando o fato de que ele ainda representa importante papel no transporte de mercadorias e pessoas.[leia mais]

Igreja Positivista – RJ:

A Igreja Positivista, um monumento do Bairro da Glória, no Rio de Janeiro, serviu como sede do apostolado positivista no Brasil. Sua construção teve início em 1890, sendo concluída em 1897. As concepções arquitetônica e ornamentais foram de Miguel Lemos e se consubstanciam em um manifesto da filosofia e da religião positivistas. No friso da fachada lê-se a máxima positivista: “O Amor por princípio, a Ordem por base, o Progresso por fim”.

No seu auge, nos primeiros anos após a  proclamação da República brasileira, os cultos positivistas costumavam lotar a igreja, que comporta mais de 200 pessoas. Os integrantes eram também homens influentes do novo regime. Conhecido como Templo da Humanidade, o monumento foi o primeiro edifício construído, no mundo, para difundir a doutrina criada pelo filósofo francês Augusto Comte. [leia mais]

Conjunto Histórico do Município de Paracatu – MG:

O ouro foi uma mola propulsora no processo de penetração e de ocupação do interior do Brasil um século e meio depois do início da colonização lusitana. Entre os fatores que impulsionaram o povoamento do interior da colônia estão a mineração e a pecuária. Em uma terra de proporções gigantescas e de ocupação dispersa, como ocorria no Brasil nos primeiros dois séculos de ocupação, os transportes e as comunicações eram um desafio a vencer.

Nesse sentido, o sítio de Paracatu se destaca em função de sua localização estratégica pois era ponto de convergência dos diversos caminhos que ligavam o litoral, as minas gerais e o os sertões. Era o caminho de ligação entre os primeiros achados de ouro em Minas e, mais tarde, nas terras de Goiás. Paracatu também atuou como pouso de tropeiros buscavam o ouro nas cidades goianas como Vila Boa de Goyaz Luziânia, Pirenópolis, Corumbá, Jaraguá, Pilar de Goiás. [ leia mais]

Conjunto Urbanístico e Paisagístico do Município de Cáceres – MT:

Uma grande cidade que nasceu de uma pequena vila, fundada em 1778, em pleno pantanal mato-grossense, faz parte da lista de candidatos a novos patrimônios culturais do Brasil. Assim é Cáceres, no Mato Grosso. Com uma extensão territorial de 24,6 quilômetros quadrados, é um dos maiores municípios brasileiros. Sua área é superior a do Estado de Sergipe e quase cinco vezes maior que a do Distrito Federal. É cortada pelo Rio Paraguai que com seu transbordamento anual forma o pantanal mato-grossense, e faz fronteira com a Bolívia. Por estar em uma área de transição de relevo e vegetação – serras, campos de cerrado e planície pantaneira – sua diversidade de flora e fauna formam paisagens de grande beleza.

Avaliando a necessidade da proteção federal para o município mato-grossense, o Iphan destaca os valores históricos, urbanísticos e paisagísticos de Cáceres. Desde sua fundação, a cidade desempenhou importante papel para a definição e proteção de fronteiras entre terras brasileiras e bolivianas, representando importante documento da história urbana do país. [ leia mais]

Centro Histórico de São Luiz do Paraitinga – SP:

O ano de 2010 será um marco na história de São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Depois da enchente que assolou a cidade nos primeiros dias do ano, um trabalho intenso e realizado com a total integração da comunidade com os técnicos do Iphan foi a tônica dos meses que se seguiram até hoje. Além de verem, dia a dia, a cidade ser reconstruída, os moradores de São Luiz do Paraitinga aguardam ansiosos a decisão dos conselheiros do Patrimônio Cultural. O dossiê de tombamento de São Luiz do Paraitinga foi entregue pelo Iphan ao Conselho no ano passado, mas precisou ser atualizado após a enchente, que agora é parte da história da cidade. A delimitação da área de tombamento do conjunto urbano abrange mais de 450 imóveis.

O tombamento proposto pelo Iphan abrange também a preservação visual do entorno. Em meio às montanhas da Serra do Mar, a importância do município histórico de pouco mais de 10 mil habitantes é também devido à sua paisagem natural. O entorno compreende o “mar de morros” que envolve a cidade, formando assim uma moldura verde que valoriza o conjunto arquitetônico. A área total de preservação visual ultrapassa 6,5 mi m². Em 2011, o Iphan planeja comprar um imóvel para implantação de uma Casa do Patrimônio no centro histórico de São Luiz do Paraitinga. Será um centro de referência em preservação de todo o Vale do Paraíba, onde haverá um escritório técnico do Iphan. A proposta da Casa do Patrimônio é de aproximação do instituto com a população local. É um espaço para realização de atividades educativas e culturais, como oficinas, seminários, palestras, conversas, orientação técnica, exposições e eventos em geral. [leia mais]

Festa de Sant’Ana em Caicó – RN:
Fé, devoção, tradição e muita alegria. Essas poucas palavras podem expressar os sentimentos que reúnem os devotos da Festa de Sant’Ana do Caicó, no Rio Grande do Norte, que pode se tornar a quarta manifestação cultural a ser inscrita do Livro das Celebrações como Patrimônio Cultural do Brasil. A primeira celebração registrada foi o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará, em outubro de 2004. A segunda foi a Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, em maio de 2010, e a terceira, o Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe, do Mato Grosso, em novembro deste ano.

A Festa de Sant’Ana ocorre em Caicó há mais de 260 anos e reúne diversos rituais religiosos, profanos e outras manifestações culturais. A Festa está enraizada na história de Caicó, remontando a formação da sociedade brasileira no período da colonização. Ocorre todos os anos, entre a quinta-feira anterior ao dia 26 de julho, dia de Sant’Ana, até o domingo seguinte. Os dias da Festa incorporam outras manifestações culturais, com destaque para a produção das comidas típicas e a confecção do artesanato sertanejo, como os bordados do Seridó que chegaram à região pelas mulheres dos colonizadores portugueses.

Serra da Piedade – MG:

O Conselho Consultivo do Patrimonial Cultural, reunido no Rio de Janeiro nos dias 9 e 10 de dezembro aprovou a extensão de tombamento do conjunto arquitetônico e urbanístico da Serra da Piedade em Minas Gerais. Protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan desde 1956, o monumento natural tem sido ameaçado pela ação de mineradoras que atuam na área. A Serra da Piedade também é tombada em nível estadual e municipal, mas, mesmo assim, é vitima da degradação da paisagem e do desmatamento.

Com extensão de tombamento, o polígono de proteção abrange a antiga área tombada pelo Iphan, os tombamentos estadual e municipal e garante a visibilidade do bem, incluindo sua linha de perfil, os recursos hídricos, a biodiversidade e os aspectos cênicos. A área de entorno inclui as cidades históricas – e também protegidas – Sabará, Caeté e Raposos. O Iphan também irá atuar de forma mais efetiva na fiscalização permanente das mineradoras no local, atuando em parceria com o MP de Minas Gerais.  

Mais informações
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Fonte: Ascom/ Iphan


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