Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá (construção 1796 – 1823), municipio de Chiquinquirá, departamento de Boyacá

Antón de Santana encomendero de Sutamarchán teve que construir uma capela para os serviços religiosos em 1560 e, por pedido do frade Andrés Jadraque, que viu a necessidade de equipar a capela com uma tela ou quadro da Virgem do Rosário, advocação promulgada pela Ordem Dominicana à qual pertencia o religioso, a Virgem, em 1562, Alonso de Narváez pintou uma Virgem do Rosário encomendada por Santana, sobre uma tela de algodão de 125 x 119 cm. Na imagen, a Virgem ocupa o centro da pintura, carrega o menino Jesus no braço esquerdo e é acompanhada pela imagem de Santo Antônio de Pádua à direita e pela de Santo André à esquerda, padroeiros do encomendero.

A imagem foi se obscurecendo,devido às condições climáticas, pelo qual em 1578 o padre Leguizamón mandou tirar a pintura da igreja de Sutamarchán e, deixaram ela abandonada na fazenda chamada de Aposentos propiedade de Santana em Chiquinquirá. Porém, a espanhola María Ramos chegada a América em 1585 e, familiar de Juana Santana, esposa do encomendero, encontrou a pintura danificada e com ela decorou o templo da fazenda (hoje Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, A Renovação, onde a imagem ficou até 1794). Esta mulher rezou fervorosamente diante da tela, pedindo que a Virgem se manifestasse. Reza a lenda que, em resposta a estes apelos, en em companhia da india Isabel e o indio Miguelito, em 26 de dezembro de 1586, a pintura foi renovada e levitou dentro de um poço de agua e, ao mesmo tempo que emitia brilho.

Esse fato fez com que a imagem tivesse um grande reconhecimento na Nova Granada e, fosse usada pelos dominicanos como uma poderosa ferramenta de evangelização, criando várias cópias que foram espalhadas pela Nova Granada.

Depois de um forte terremoto, ocorrido em 1785, os frades decidiram construir uma nova basílica em outra parte da cidade e transferir para lá a imagem da Virgem. Isso gerou protestos dos moradores de Chiquinquirá. Apesar de tudo, a nova igreja foi construída e a imagem foi transferida por volta de 1823, onde fica até hoje.

O culto à Virgem de Chiquinquirá, transcendeu as fronteiras do tempo e do pais (a devoção pela virgem é compartilhada com a cidade de Maracaibo no Estado de Zulia na Venezuela), tornando-se uma figura central da piedade popular da Colômbia, que se manifesta nas peregrinações de milhares de fiéis que hoje, frequentam a basílica de Chiquinquirá em busca de um milagre. O destaque desta Virgem na vida nacional é tão grande que até figuras históricas de diferentes épocas confiaram nela, por isso Simón Bolívar confiou-lhe a campanha de libertação, o presidente Marco Fidel Suárez nomeou-a rainha e padroeria da Colômbia em 9 de julho de 1919 e o presidente Gustavo Rojas Pinilla condecorou-a com a Cruz de Boyacá,reconhecimento mais importante do país em 24 de outubro de 1954.

Esta tela é retirada do trono, no ano do Jubileu Mariano, que ocorre a cada sete anos, para desfilar em procissão pelas ruas da cidade.


Santuário Basílica Menor de Nossa Senhora do Rosário das Lajas, corregimiento Las Lajas – municipio de Ipiales – departamento de Nariño – ColômbiaAntón de Santana encomendero de Sutamarchán teve que construir uma capela para os serviços religiosos em 1560 e, por pedido do frade Andrés Jadraque, que viu a necessidade de equipar a capela com uma tela ou quadro da Virgem do Rosário, advocação promulgada pela Ordem Dominicana à qual pertencia o religioso, a Virgem, em 1562, Alonso de Narváez pintou uma Virgem do Rosário encomendada por Santana, sobre uma tela de algodão de 125 x 119 cm. Na imagen, a Virgem ocupa o centro da pintura, carrega o menino Jesus no braço esquerdo e é acompanhada pela imagem de Santo Antônio de Pádua à direita e pela de Santo André à esquerda, padroeiros do encomendero.

A imagem foi se obscurecendo,devido às condições climáticas, pelo qual em 1578 o padre Leguizamón mandou tirar a pintura da igreja de Sutamarchán e, deixaram ela abandonada na fazenda chamada de Aposentos propiedade de Santana em Chiquinquirá. Porém, a espanhola María Ramos chegada a América em 1585 e, familiar de Juana Santana, esposa do encomendero, encontrou a pintura danificada e com ela decorou o templo da fazenda (hoje Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, A Renovação, onde a imagem ficou até 1794). Esta mulher rezou fervorosamente diante da tela, pedindo que a Virgem se manifestasse. Reza a lenda que, em resposta a estes apelos, en em companhia da india Isabel e o indio Miguelito, em 26 de dezembro de 1586, a pintura foi renovada e levitou dentro de um poço de agua e, ao mesmo tempo que emitia brilho.

Esse fato fez com que a imagem tivesse um grande reconhecimento na Nova Granada e, fosse usada pelos dominicanos como uma poderosa ferramenta de evangelização, criando várias cópias que foram espalhadas pela Nova Granada.

Depois de um forte terremoto, ocorrido em 1785, os frades decidiram construir uma nova basílica em outra parte da cidade e transferir para lá a imagem da Virgem. Isso gerou protestos dos moradores de Chiquinquirá. Apesar de tudo, a nova igreja foi construída e a imagem foi transferida por volta de 1823, onde fica até hoje.

O culto à Virgem de Chiquinquirá, transcendeu as fronteiras do tempo e do pais (a devoção pela virgem é compartilhada com a cidade de Maracaibo no Estado de Zulia na Venezuela), tornando-se uma figura central da piedade popular da Colômbia, que se manifesta nas peregrinações de milhares de fiéis que hoje, frequentam a basílica de Chiquinquirá em busca de um milagre. O destaque desta Virgem na vida nacional é tão grande que até figuras históricas de diferentes épocas confiaram nela, por isso Simón Bolívar confiou-lhe a campanha de libertação, o presidente Marco Fidel Suárez nomeou-a rainha e padroeria da Colômbia em 9 de julho de 1919 e o presidente Gustavo Rojas Pinilla condecorou-a com a Cruz de Boyacá,reconhecimento mais importante do país em 24 de outubro de 1954.

Esta tela é retirada do trono, no ano do Jubileu Mariano, que ocorre a cada sete anos, para desfilar em procissão pelas ruas da cidade.


Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, A Renovação (construída em 1760 e reconstruída em 1967)